A ortopedia pediátrica cuida das condições que afetam ossos, articulações, marcha e desenvolvimento musculoesquelético de bebês, crianças e adolescentes. No consultório da Dra. Natasha Vogel, esse cuidado tem foco especial em displasia do desenvolvimento do quadril, pé torto congênito e trauma/fraturas na infância, com avaliação clínica criteriosa e definição clara da melhor conduta em cada caso.

Áreas de atuação ortopédicas

A ortopedia pediátrica exige um olhar próprio. Criança não é adulto pequeno, e isso muda a forma de examinar, interpretar sintomas, indicar exames e decidir tratamento.

Pé Torto Congênito

Pé Torto Congênito

O pé torto congênito é uma deformidade presente ao nascimento e deve ser avaliado o quanto antes. O tratamento envolve etapas bem definidas, acompanhamento próximo e atenção à resposta do pé ao longo do processo.

SAIBA MAIS
Trauma e Fraturas em Crianças

Trauma e Fraturas em Crianças

Quedas, torções e fraturas fazem parte de uma demanda importante da ortopedia pediátrica. Em muitos casos, o ponto central é diferenciar uma lesão simples de um quadro que precisa de imobilização, seguimento mais próximo ou até procedimento.

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Fratura de Cotovelo em Criança

Fratura de Cotovelo em Criança

No cotovelo, a criança muitas vezes para de usar o braço, chora ao movimentar e pode apresentar inchaço rápido depois da queda.

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Fratura no Antebraço Infantil

Fratura no Antebraço Infantil

No antebraço, a dor pode vir acompanhada de deformidade, sensibilidade ao toque e dificuldade para girar ou apoiar a mão.

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Fratura no Punho em Crianças

Fratura no Punho em Crianças

Após queda com a mão apoiada, o punho pode inchar, doer e levantar a suspeita de lesão no rádio distal ou perto da placa de crescimento.

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Entorse de Tornozelo Infantil

Entorse de Tornozelo Infantil

No tornozelo, a dúvida entre entorse e fratura é comum, especialmente quando a criança não consegue apoiar o pé.

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Fratura de Clavícula em Criança

Fratura de Clavícula em Criança

Dor no ombro, braço junto ao corpo e dificuldade para levantar o membro podem aparecer em fraturas de clavícula após queda.

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Perguntas frequentes

Quando a criança apresenta dor recorrente, alteração para andar, assimetria, suspeita de fratura, pé torto, sinais no quadril ou limitação para brincar e se movimentar como de costume.

Não. Muitos casos podem ser conduzidos sem cirurgia, principalmente quando o diagnóstico é precoce e a indicação é feita no momento certo.

Sim. O pé torto congênito tem tratamento e o acompanhamento precoce faz diferença importante no resultado.

Quando há deformidade, dor forte, inchaço importante, recusa para mexer o braço ou a perna, dificuldade para apoiar o pé ou piora rápida dos sintomas.